Todos os dias quando abrimos os olhos, somos movidos por sonhos, são eles que despertam em nós desejos mais eloquentes, como levantar da cama e ir à luta. Entre os sons e tons, nas mãos frias e sorrisos tímidos, nos intervalos dos olhares, de um segundo que se fez eternidade, tudo fica registrado na memória...
Daqui, de longe, te sinto e te cuido. Te amo, não se esqueça de lembrar!
Quem eu quero enganar, quando digo que por aqui você não ocupa nenhum espaço?
Mas se faz as mãos soarem, as pernas ficarem bambas, o coração na incerteza se dispara ou para, não o deixe escapar.
Escuta! Se o carnaval perguntar por mim, diga que eu fui logo ali. Ler uns livros, escrever umas histórias, ouvir a música de dentro, são tantos ruídos, é tanta coisa. Uns artigos pra escrever, uma folha de ponto pra cumprir, que mal tem sobrado tempo. Quanto ao carnaval e a mim? Nunca fomos amigos, duvido que sinta minha falta. Ficamos assim, eu aqui e a folia acolá.

Escuta! Se o carnaval perguntar por mim, diga que eu fui logo ali. Ler uns livros, escrever umas histórias, ouvir a música de dentro, são tantos ruídos, é tanta coisa. Uns artigos pra escrever, uma folha de ponto pra cumprir, que mal tem sobrado tempo. Quanto ao carnaval e a mim? Nunca fomos amigos, duvido que sinta minha falta. Ficamos assim, eu aqui e a folia acolá.

Há 3 meses
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De vez enquanto eu fecho os olhos, e é como se tudo estiver aqui outra vez, bem diante dos meus olhos. Ninguém que olhe de longe pode fazer ideia da saudade que trago no peito. É como se uma parte de mim houvesse se perdido por entre as vielas e becos do caminho que voluntariamente fui escolhendo, aliás, tantas coisas foram se escondendo de mim e hoje insistentemente procuro e não acho. Onde será que está?
Por onde será que andam os amigos de infância? Será se já casaram? Que assim como eu, sentem saudade do que fomos um dia, bons amigos? Eu ainda me lembro das gargalhadas que costumavam encher toda a sala, do pique esconde, do policia ladrão, do banho de rio, das peladas nas tarde sagradas de todos os dias. Há como eu me lembro!
Mais então a gente cresce, somos matriculados numa escola, conhecemos novos rostos, nos ensinam a respeitar e amar os amiguinhos, mais nada nos dizem sobre o que fazer com o sentimento que fica quando um ou outro vai embora.
Sem demoras aprendermos a ler e escrever, decoramos as datas dos principais eventos da história, nos matamos de estudar pra resolver um calculo matemático, alguns problemas de física e química que no fim das contas nem sabemos o que fazer com toda essa enxurrada de informação que nos é imposta.
Vamos pra faculdade, arrumamos um emprego, nesse meio tempo conhecemos tantas outras gentes, amamos, juramos tantas coisas, mais aí vem o tempo e nos castiga, vem e tira o que tememos mais uma vez perder. Os contatos vão se tornando cada vez menos frequentes, como se fosse uma arquibancada de jogo de futebol, começa lotado e aos pouquinhos vai esvaziando até não restar nada, só lugares vazios que ninguém mais preenche.
Mais sabemos, que aonde quer que var mos, por mais longe que seja, de algum modo não estamos sós, vão sempre conosco, do lado esquerdo do peito, onde o tempo não tira…

De vez enquanto eu fecho os olhos, e é como se tudo estiver aqui outra vez, bem diante dos meus olhos. Ninguém que olhe de longe pode fazer ideia da saudade que trago no peito. É como se uma parte de mim houvesse se perdido por entre as vielas e becos do caminho que voluntariamente fui escolhendo, aliás, tantas coisas foram se escondendo de mim e hoje insistentemente procuro e não acho. Onde será que está?

Por onde será que andam os amigos de infância? Será se já casaram? Que assim como eu, sentem saudade do que fomos um dia, bons amigos? Eu ainda me lembro das gargalhadas que costumavam encher toda a sala, do pique esconde, do policia ladrão, do banho de rio, das peladas nas tarde sagradas de todos os dias. Há como eu me lembro!

Mais então a gente cresce, somos matriculados numa escola, conhecemos novos rostos, nos ensinam a respeitar e amar os amiguinhos, mais nada nos dizem sobre o que fazer com o sentimento que fica quando um ou outro vai embora.

Sem demoras aprendermos a ler e escrever, decoramos as datas dos principais eventos da história, nos matamos de estudar pra resolver um calculo matemático, alguns problemas de física e química que no fim das contas nem sabemos o que fazer com toda essa enxurrada de informação que nos é imposta.

Vamos pra faculdade, arrumamos um emprego, nesse meio tempo conhecemos tantas outras gentes, amamos, juramos tantas coisas, mais aí vem o tempo e nos castiga, vem e tira o que tememos mais uma vez perder. Os contatos vão se tornando cada vez menos frequentes, como se fosse uma arquibancada de jogo de futebol, começa lotado e aos pouquinhos vai esvaziando até não restar nada, só lugares vazios que ninguém mais preenche.

Mais sabemos, que aonde quer que var mos, por mais longe que seja, de algum modo não estamos sós, vão sempre conosco, do lado esquerdo do peito, onde o tempo não tira…

Há 3 meses
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Era preciso sorrir, lembrar que não só de olhos marejados a vida segue, e tem seguido num ritmo que não sei dizer ao certo, se é eu que estou conduzindo ou é ela que está me levando, sem aquele Q euforico, mesmo assim, eu vou e vou sem muita bagagem…

Era preciso sorrir, lembrar que não só de olhos marejados a vida segue, e tem seguido num ritmo que não sei dizer ao certo, se é eu que estou conduzindo ou é ela que está me levando, sem aquele Q euforico, mesmo assim, eu vou e vou sem muita bagagem…

Há 3 meses
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Eu sei, sou a culpada desse desamor que agora cresce em seu peito, por aqui têm doído muito, de uma certa maneira que eu não sei explicar. Eu grito baixinho porque não tem jeito, eu perco o folêgo porque não acho nenhuma saída. Mais aí eu lembro do seu sorriso e tudo meio que se ajusta…

Eu sei, sou a culpada desse desamor que agora cresce em seu peito, por aqui têm doído muito, de uma certa maneira que eu não sei explicar. Eu grito baixinho porque não tem jeito, eu perco o folêgo porque não acho nenhuma saída. Mais aí eu lembro do seu sorriso e tudo meio que se ajusta…

Há 3 meses
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Difícil é virar a esquina sem pensar nas memórias que sutilmente vão ficando pra trás, e ir, assim, sem olhos marejados, sem saudade…
Antes que não me reste mais nenhum tempo, eu preciso lhe dizer que NÃO TE ESQUECI. Eu realmente deveria, mais não consegui. Tentei, fiz de tudo, me afoguei nos livros, conheci novos lugares, outras pessoas, tentei gostar de novos sorrisos, outros caras, mais não eu não te esqueci. Porque sempre quando eu achava que estava conseguindo, uma música, um sorriso, uma voz, um rosto qualquer me direcionava a você, assim do nada, minha mente é flagrada pensando no quando tua ausência me doe. E eu preciso dizer antes que seja tarde de mais, EU NÃO TE ESQUECI, EU AINDA TE AMO…
Desculpa não ter tido forças pra lutar por nós. Desculpa ter deixado você ir, quando na verdade o que eu queria mesmo era que ficasse pra sempre. Desculpa ter me deixado levar pela magoa do nosso fim e me esquecido dos momentos mágicos que vivemos juntos e só me lembrado das raivas e ciúmes que me fizestes passar.
Desculpa ter dito que eu iria te esquecer. Desculpa ter fingido que eu tinha te esquecido. E desculpa as coisas que eu falei sem pensar. Pior ainda: desculpa cada coisa em que eu pensei em fazer só para te magoar. Nosso fim quebrou meu coração e eu só conseguia pensar que eu tinha que quebrar seu coração também. Desculpa ter sido egoísta, desculpa não ter pensado que doía em você tanto quanto doía em mim.
Eu fecho os olhos e ainda me lembro da sua voz macia, dos elogios que me fazia mesmo quando estava toda desarrumada. Das vezes que mesmo cansado fazia questão de vim falar comigo, só pra me contar sobre o seu dia ou o quanto minha companhia lhe fazia bem. Ainda me lembro das vezes que você sorria pra mim, só porque sabia que eu era/sou fã número um do seu sorriso. Desculpa por ter me esquecido de lembrar quando você vinha dando sinais que precisava um pouco mais de mim.
Mais antes que seja um pouco tarde, eu queria lhe falar, que nunca mais vou amar outro cara, assim, tão intenso, tão puro, tão forte, como amei/amo você. E eu tenho medo de olhar para trás e sempre imaginar como poderia ter sido nós dois juntos agora. Eu sei que a partir do momento em que deixamos de ser EU e VOCÊ, também deixamos de poder ser um monte de coisas. Porque a nossa escolha excluiu todos os nossos planos de um futuro bom, mais antes que seja tarde demais então, eu quero que você saiba que nós poderíamos ter sido tudo. Tudo…

Antes que não me reste mais nenhum tempo, eu preciso lhe dizer que NÃO TE ESQUECI. Eu realmente deveria, mais não consegui. Tentei, fiz de tudo, me afoguei nos livros, conheci novos lugares, outras pessoas, tentei gostar de novos sorrisos, outros caras, mais não eu não te esqueci. Porque sempre quando eu achava que estava conseguindo, uma música, um sorriso, uma voz, um rosto qualquer me direcionava a você, assim do nada, minha mente é flagrada pensando no quando tua ausência me doe. E eu preciso dizer antes que seja tarde de mais, EU NÃO TE ESQUECI, EU AINDA TE AMO…

Desculpa não ter tido forças pra lutar por nós. Desculpa ter deixado você ir, quando na verdade o que eu queria mesmo era que ficasse pra sempre. Desculpa ter me deixado levar pela magoa do nosso fim e me esquecido dos momentos mágicos que vivemos juntos e só me lembrado das raivas e ciúmes que me fizestes passar.

Desculpa ter dito que eu iria te esquecer. Desculpa ter fingido que eu tinha te esquecido. E desculpa as coisas que eu falei sem pensar. Pior ainda: desculpa cada coisa em que eu pensei em fazer só para te magoar. Nosso fim quebrou meu coração e eu só conseguia pensar que eu tinha que quebrar seu coração também. Desculpa ter sido egoísta, desculpa não ter pensado que doía em você tanto quanto doía em mim.

Eu fecho os olhos e ainda me lembro da sua voz macia, dos elogios que me fazia mesmo quando estava toda desarrumada. Das vezes que mesmo cansado fazia questão de vim falar comigo, só pra me contar sobre o seu dia ou o quanto minha companhia lhe fazia bem. Ainda me lembro das vezes que você sorria pra mim, só porque sabia que eu era/sou fã número um do seu sorriso. Desculpa por ter me esquecido de lembrar quando você vinha dando sinais que precisava um pouco mais de mim.

Mais antes que seja um pouco tarde, eu queria lhe falar, que nunca mais vou amar outro cara, assim, tão intenso, tão puro, tão forte, como amei/amo você. E eu tenho medo de olhar para trás e sempre imaginar como poderia ter sido nós dois juntos agora. Eu sei que a partir do momento em que deixamos de ser EU e VOCÊ, também deixamos de poder ser um monte de coisas. Porque a nossa escolha excluiu todos os nossos planos de um futuro bom, mais antes que seja tarde demais então, eu quero que você saiba que nós poderíamos ter sido tudo. Tudo…

Há 2 meses
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Queria te contar dos sorrisos estampados no meu rosto, todas as vezes que agora penso em você. Por aqui já havia se esgotado todas as possibilidades de amar de novo, estava crente que simplesmente algumas pessoas não haviam nascido com grande sorte no amor, e eu? Eu era uma delas.
Mais então você veio, e eu quis pela primeira vez, arrumar todas as minhas bagunças, até tirar todas as poeiras debaixo do tapete eu quis.
 Eu preciso te falar, assim de cara. Eu não sei amar direito, tenho meio que vocação pra fazer as pessoas que amo sofrerem, quando fica meio sério, eu fujo, porque simplesmente EU-TE-NHO-ME-DO-DE-A-MAR e por isso eu fujo, interpreto errado, confundo tudo, tenho ciúmes de tudo que é meu ou o que eu acho que deveria ser meu. Não sei dividir atenção, tudo isso porque eu não sei amar direito. Como é que faz pra aprender? Me ensina?
Eu não acreditava mais no amor, mais então você surgiu e a minha dor partiu, de repente o meu coração e a minha cabeça deram de andar que nem estação de radio, sintonizado na mesma frequência: EM VOCÊ! …Eu queria te falar do nervoso que sinto todas as vezes que você me manda uma mensagem e me faz sentir a mulher mais especial do mundo. Que meus sorrisos ficaram largos, e as borboletas andam saltitando no meu estômago só de imaginar nós dois juntos.
Eu não sei amar, mais eu queria te contar que eu estive orando a Deus pra que nós dois déssemos certos, que você seja o chinelo pros meus pés descalços. Queria te contar que no meu celular só tem mensagens suas, que por aqui salvei uma foto do seu sorriso pra mostrar pras amigas e não me esquecer do quantos eles são bonitos.
Eu queria te contar que tenho estado mais boba que o normal, que você conseguiu me cativar, de um jeito único. Te falar que andava meio incrédula no amor, que também não sei amar direito, mais eu te amo! Hoje, bem mais que ontem…

Queria te contar dos sorrisos estampados no meu rosto, todas as vezes que agora penso em você. Por aqui já havia se esgotado todas as possibilidades de amar de novo, estava crente que simplesmente algumas pessoas não haviam nascido com grande sorte no amor, e eu? Eu era uma delas.

Mais então você veio, e eu quis pela primeira vez, arrumar todas as minhas bagunças, até tirar todas as poeiras debaixo do tapete eu quis.

 Eu preciso te falar, assim de cara. Eu não sei amar direito, tenho meio que vocação pra fazer as pessoas que amo sofrerem, quando fica meio sério, eu fujo, porque simplesmente EU-TE-NHO-ME-DO-DE-A-MAR e por isso eu fujo, interpreto errado, confundo tudo, tenho ciúmes de tudo que é meu ou o que eu acho que deveria ser meu. Não sei dividir atenção, tudo isso porque eu não sei amar direito. Como é que faz pra aprender? Me ensina?

Eu não acreditava mais no amor, mais então você surgiu e a minha dor partiu, de repente o meu coração e a minha cabeça deram de andar que nem estação de radio, sintonizado na mesma frequência: EM VOCÊ! …Eu queria te falar do nervoso que sinto todas as vezes que você me manda uma mensagem e me faz sentir a mulher mais especial do mundo. Que meus sorrisos ficaram largos, e as borboletas andam saltitando no meu estômago só de imaginar nós dois juntos.

Eu não sei amar, mais eu queria te contar que eu estive orando a Deus pra que nós dois déssemos certos, que você seja o chinelo pros meus pés descalços. Queria te contar que no meu celular só tem mensagens suas, que por aqui salvei uma foto do seu sorriso pra mostrar pras amigas e não me esquecer do quantos eles são bonitos.

Eu queria te contar que tenho estado mais boba que o normal, que você conseguiu me cativar, de um jeito único. Te falar que andava meio incrédula no amor, que também não sei amar direito, mais eu te amo! Hoje, bem mais que ontem…

Há 3 meses
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A incerteza da tua incerteza me deixa incerta, porque eu fico esperando tua decisão pra dá o segundo passo e você simplesmente não se posiciona…
Eu demorei quase uma vida pra tomar a decisão que eu julguei ser mais acertada pra mim, euzinha, sozinha, sem intromissão de ninguém. 
Então eu fui lá, toda adulta, toda mulher forte e sensata, fui correndo e sem delongas apertei o botão do “ser feliz agora” porque pra mim já havia se esgotado todas aquelas minhas ladainhas repetidas, de vou ser feliz só depois das 11 da noite quando todos estiverem dormindo ou no sábado de manhã. 
Mas a parte engraçada da decisão que eu tomei só pra mim é que ela refletiu no meu pai, nos meus irmãos, nos meus amigos e em algumas pessoas que me querem bem. 
E aí fica essa pergunta estranha e repetida dentro de mim se isso é bom, ruim ou indiferente? 
Os meus sonhos finalmente estão alí, todos na minha frente. Atrás, do meu lado, por cima, por baixo, eles finalmente estão em mim, na minha vida agora. E eu só quero agarrar todos eles, porquê viver de adiar. A vida, as coisas, os planos me cansaram por de mais a alma. 
Então eu olho em volta, tudo tão abstrado que eu não sei explicar, minha única certeza é, depois da minha decisão, o mundo ficou diferente pra mim, e eu faria qualquer coisa pra que o mundo de quem eu amo brilhasse diferente, assim também.

Eu demorei quase uma vida pra tomar a decisão que eu julguei ser mais acertada pra mim, euzinha, sozinha, sem intromissão de ninguém.

Então eu fui lá, toda adulta, toda mulher forte e sensata, fui correndo e sem delongas apertei o botão do “ser feliz agora” porque pra mim já havia se esgotado todas aquelas minhas ladainhas repetidas, de vou ser feliz só depois das 11 da noite quando todos estiverem dormindo ou no sábado de manhã.

Mas a parte engraçada da decisão que eu tomei só pra mim é que ela refletiu no meu pai, nos meus irmãos, nos meus amigos e em algumas pessoas que me querem bem.

E aí fica essa pergunta estranha e repetida dentro de mim se isso é bom, ruim ou indiferente?

Os meus sonhos finalmente estão alí, todos na minha frente. Atrás, do meu lado, por cima, por baixo, eles finalmente estão em mim, na minha vida agora. E eu só quero agarrar todos eles, porquê viver de adiar. A vida, as coisas, os planos me cansaram por de mais a alma.

Então eu olho em volta, tudo tão abstrado que eu não sei explicar, minha única certeza é, depois da minha decisão, o mundo ficou diferente pra mim, e eu faria qualquer coisa pra que o mundo de quem eu amo brilhasse diferente, assim também.

Há 3 meses
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Você se olha no espelho e quase não acredita que aquilo tudo é você, as roupas preferidas já estão todas na caixa, no fundo do armário, junto com as bonecas, que dela, não consegue se desfazer. Tanta gente precisando não é? Mais passar adiante é como cortar um braço e servir de bandeja pro primeiro que aparecer.  Não, não se trata disso, não é apego às roupas e objetos antigos, são os embaralhados de lembranças que estes trazem, é delas que você não consegue se desconectar. Não é?
Aí você fecha os olhos e suspira de leve, os questionamentos são constantes, isso tudo sou eu? Você se olha e olha novamente, aquele reflexo no espelho de mulher madura e equilibrada, e parece não acreditar. Você tenta dizer que aquela criança que se escondia nas perdas da mãe por medo “das gentes grandes” continua lá, viva dentro de você e sim, ainda tem medo. Só que com frequência lhe chamam de adulta, você bate no peito e com orgulho grita: É eu sou! Eu sou!
É Tão adulta que não sabe o que fazer com os nós na garganta. Menos ainda, o que fazer com daquela sensação de está cada vez mais distante de você, do seu porto seguro. Porque sabe que ser adulta é igual, não ter mais aquela voz macia, da mãe, dizendo o que fazer. Não tem cafuné antes de dormir, não tem mais bronca, não tem mais o medo de fazer algo errado e receber punição, não tem mais nada… 
ok!, ok! Somos adultos agora, e os adultos sabem se cuidar. Será mesmo?  
É mais ou menos assim, num dia dormimos embalados ao som da música de ninar, e num piscar de olhos, purft! Sumiram! Os afagos, os abraços, o beijo antes de dormir, tudo ficou escondido, numa prateleira tão alta que, mesmo de ponta do pé, com toda a altura de adulto não alcança, você percebe que cresceu e não há nada que possa mudar isso…

Você se olha no espelho e quase não acredita que aquilo tudo é você, as roupas preferidas já estão todas na caixa, no fundo do armário, junto com as bonecas, que dela, não consegue se desfazer. Tanta gente precisando não é? Mais passar adiante é como cortar um braço e servir de bandeja pro primeiro que aparecer.  Não, não se trata disso, não é apego às roupas e objetos antigos, são os embaralhados de lembranças que estes trazem, é delas que você não consegue se desconectar. Não é?

Aí você fecha os olhos e suspira de leve, os questionamentos são constantes, isso tudo sou eu? Você se olha e olha novamente, aquele reflexo no espelho de mulher madura e equilibrada, e parece não acreditar. Você tenta dizer que aquela criança que se escondia nas perdas da mãe por medo “das gentes grandes” continua lá, viva dentro de você e sim, ainda tem medo. Só que com frequência lhe chamam de adulta, você bate no peito e com orgulho grita: É eu sou! Eu sou!

É Tão adulta que não sabe o que fazer com os nós na garganta. Menos ainda, o que fazer com daquela sensação de está cada vez mais distante de você, do seu porto seguro. Porque sabe que ser adulta é igual, não ter mais aquela voz macia, da mãe, dizendo o que fazer. Não tem cafuné antes de dormir, não tem mais bronca, não tem mais o medo de fazer algo errado e receber punição, não tem mais nada…

ok!, ok! Somos adultos agora, e os adultos sabem se cuidar. Será mesmo? 

É mais ou menos assim, num dia dormimos embalados ao som da música de ninar, e num piscar de olhos, purft! Sumiram! Os afagos, os abraços, o beijo antes de dormir, tudo ficou escondido, numa prateleira tão alta que, mesmo de ponta do pé, com toda a altura de adulto não alcança, você percebe que cresceu e não há nada que possa mudar isso…

Há 3 meses
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Como jamais se quis alguém, eu quero, hoje, agora, amanhã. Com muita força, eu quero.
De vez enquanto, TUDO o que se precisa mesmo, é levar uns SACODES da vida, pra se lembrar, o quanto viver emociona.

De vez enquanto, TUDO o que se precisa mesmo, é levar uns SACODES da vida, pra se lembrar, o quanto viver emociona.

Há 3 meses
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